“As pessoas espalham que
você é louco e tudo o que fizer para provar o contrário é considerado parte da
loucura. Esta é a característica do surreal.”
O que é bom neste filme? Ele aguça
o raciocínio do espectador, que tem a oportunidade de fazer uma viagem ao
interior da mente humana e descobrir, aos poucos, que não há um limite concreto
entre a sanidade e a loucura. E quem é que sabe das coisas que o cérebro é
capaz de criar para se defender dos traumas?
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