terça-feira, 30 de novembro de 2010

O que é politica?


Pai, eu preciso fazer um trabalho para a escola! Posso te fazer uma pergunta?

Claro, meu filho, qual é a pergunta? O que é política, pai?

- Bem, política envolve: Povo; Governo; Poder econômico; Classe trabalhadora; Futuro do país.

Não entendi. Dá para explicar?

-Bem, vou usar a nossa casa como exemplo: Sou eu quem traz dinheiro para casa, então eu sou o poder econômico.

Sua mãe administra, gasta o dinheiro, então ela é o governo.

Como nós cuidamos das suas necessidades, você é o povo. Seu irmãozinho é o futuro do país e a Zefinha, a babá dele, é a classe trabalhadora. Entendeu, filho?

- Mais ou menos, pai. Vou pensar.
Naquela noite, acordado pelo choro do irmãozinho, o menino,foi ver o que havia de errado. Descobriu que o irmãozinho tinha sujado a fralda e estava todo emporcalhado.

 Foi ao quarto dos pais e viu que sua mãe estava num sono muito profundo. Foi ao quarto da babá e viu, através
da fechadura, o pai na cama com ela. Como os dois nem percebiam as batidas que o menino dava na porta, ele voltou para o quarto e dormiu.

Na manhã seguinte, na hora do café, ele falou para o pai:
-Pai, agora acho que entendi o que é política.
- Ótimo filho! Então me explica com suas palavras.

-" Bom, pai, acho que é assim:Enquanto o poder econômico fode a classe trabalhadora, o governo dorme profundamente, o povo é totalmente ignorado e o futuro do país fica na merda!!!"

quinta-feira, 25 de novembro de 2010

Mineirinho na terapia de grupo




 Quatro pacientes estão reunidos na sala, com o seu terapeuta. O terapeuta pede que se apresentem, que digam qual é sua atividade,e comentem, porque a exercem. O primeiro diz:
- Me chamo Francisco, sou médico porque me agrada
tratar da saúde e cuidar das pessoas.
 - O segundo se apresenta:
 - Me chamo Angelo. Sou arquiteto porque me preocupa a
qualidade de vida das pessoas e como vivem.
 - A terceira fala:
 Meu nome é Maria e sou lésbica. Sou lésbica porque adoro peitos e bundas femininas e fico louca só de pensar em fazer sexo com mulheres.
  - O quarto, um mineirinho lá das bandas de MONSCLARUS, diz:
   - Sô Tunico, e inté gorinha achava qui era pedrêro, mais cabei de discubrí qui sô é lésbico...

quarta-feira, 24 de novembro de 2010

Catetano Veloso - Você Não Me Ensinou a Te Esquecer




Você já deve ter ouvido essa música várias vezes na voz de Caetano Veloso, não é? Afinal, ela foi tema amoroso no filme “Lisbela e o Prisioneiro”. Mas você sabia que a música “Você não me ensinou a te esquecer”, essa aí, já tinha sido gravada no ano 1979 pelo cantor de brega Fernando Mendes?
 Pois é, Fernando Mendes é um cantor mineiro, famoso por outras composições como “Cadeira de Rodas” e “Sorte tem quem acredita nela” tema da novela “Duas vidas” exibida na rede Globo em 1976.
Mas “Você não me ensinou a te esquecer”, que já foi regravada por vários cantores, levou o prêmio da Associação Brasileira de Produtores de Discos e também o prêmio Villa Lobos como o disco mais vendido. Como tema do filme Lisbela e o prisioneiro, faturou uma indicação ao Gremmy Latino 2004. É isso aí, e quem foi que disse que o brega não pode virar Cult? Com uma ajudinha de Caetano Veloso tudo é possível!

terça-feira, 2 de novembro de 2010

Fatal (Trailer)




  • título original:Elegy
  • gênero:Drama
  • duração:01 hs 48 min
  • ano de lançamento:2008
  • site oficial:
  • estúdio:Lakeshore Entertainment
  • distribuidora:Samuel Goldwyn Films / Imagem Filmes
  • direção: Isabel Coixet
  • roteiro:Nicholas Meyer, baseado em livro de Philip Roth
  • produção:Andre Lamal, Gary Lucchesi e Tom Rosenberg
  • música:
  • fotografia:Jean-Claude Larrieu
  • direção de arte:Helen Jarvis
  • figurino:Katia Stano
  • edição:Amy E. Duddleston
  • Fatal - filme




    Basicamente é a história de um professor (Ben Kingsley) divorciado, egoísta e defensor da solteirice  que se encanta por uma de suas alunas (Penélope Cruz) e a seduz, porém, no momento em que percebe o quanto o sentimento se fortalece e a maneira que foge ao seu controle, fica completamente apavorado e vê ruir o muro de concreto que construiu entre ele e o amor. É nesse momento que ele faz o que todo homem inseguro costuma fazer, foge. 

     Ele que sempre foi livre, nunca se envolveu além do sexo e, com toda a sua experiência e maturidade, não admitia se ver tão vulnerável, indefeso e dependente de uma mulher com vinte anos a menos... - Até aqui parece uma daquelas histórias sem graça e batidas, mas há algo de especial com o roteiro e a maneira passional com que Ben Kingsley tomou o personagem para si.

     O filme é baseado no romance “O animal agonizante” de Philip Roth (2006), vencedor do Prêmio Pulitzer de ficção e muito elogiado pela profundidade com que trata o tema e que, de acordo com Alysson Oliveira, do Cineweb, foi injustiçado pelo longa de Isabel Coixet.

     Enfim, entregue aos seus medos e inseguranças, David Kepesh esconde-se atrás da sua falsa independência e foge da relação. Mas a vida não é assim tão simples, o destino não é previsível como as incertezas existenciais, tão clichês, e a petulância em achar que podemos controlá-lo, às vezes, faz com que as surpresas sejam ainda maiores. 

    Esse filme é de uma sensibilidade com a 
    tragédia humana que em alguns momentos é possível identificar nos personagens uma amiga, um vizinho ou até nós mesmos. Vale a pena assistir!